O que apagaram dos nossos deuses
Heródoto escreveu, no século V a.C., que os gregos aprenderam os nomes dos seus deuses com os egípcios. Ninguém escondeu nada: o apagamento veio depois. No Brasil foi diferente, aqui os orixás tiveram que se esconder atrás dos santos para não morrer. Doze pares, dois mil e quinhentos anos, e o mesmo desfecho.
Quantos negócios brasileiros ainda usam nomes da escravidão?
Cruzamos o cadastro nacional de empresas (CNPJ) com o Google Places para contar quantos estabelecimentos ativos no país usam em seu nome termos historicamente ligados à escravidão. Não é um censo fechado. É um piso: o número mínimo que conseguimos confirmar, com os limites explicados.